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Mapeando o Aprendizado

  • Foto do escritor: Colabora Mais
    Colabora Mais
  • 13 de jan. de 2021
  • 2 min de leitura

Uma breve pesquisa no Google já é capaz de nos definir o Mapa Mental ou “mapa da mente” como o nome dado para um tipo de diagrama, sistematizado pelo inglês Tony Buzan. Até aí, OK... Mas como esse recurso pode ser útil em sala de aula?

Como o Mapa Mental é uma ferramenta que nos ajuda a ilustrar ideias, conceitos através de ligações (ramificações) significativas, ele nos auxilia a tornar os conteúdos da nossa aula em conhecimentos mensuráveis e palpáveis aos alunos, segundo às suas subjetividades e relações vivenciais.

Por isso eu o considero como uma ferramenta útil para representar o aprendizado ocorrido. Como funciona esse método?

> Comece o mapa pelo centro da folha, com uma imagem do assunto a ser abordado (ou uma palavra que demarque o assunto). > Estabeleça conexões a partir do tema central (use setas ou linhas para ligar as novas conexões) > Faça desenhos, use cores de forma a criar relações e hierarquias ou ligações entre os termos e conceitos. > Lembre-se que você deve decidir como estruturar o mapa, a utilização de setas, balões e até mesmo das letras maiúculas; mantenha sempre um padrão.

A ideia do mapa mental é criar uma representação que ao "bater os olhos" já seja possível compreender as relações e desdobramentos do assunto; por isso evite usar frases e conceitos.

Você pode fazer os mapas mentais usando lápis de cor, canetinhas coloridas e papel. Mas existem ainda diversos sites e aplicativos que te ajudam a montar de forma digital, e os meus preferidos são o Canva.com, MIND MEISTER, e o COGGLE.

Conhece mais algum site ou aplicativo que tenha uma versão gratuita e fácil de usar? Deixa a tua dica aqui nos comentários.


Gabriela Gonchoroski

Professora

 
 
 

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